blog os Polêmicos de Igarapé Grande

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

POÇÃO DE PEDRAS; CÂMARA MUNICIPAL FARÁ ENTREGA DE TÍTULOS.

A Câmara de Vereadores de Poção de Pedras - MA, realizará neste sábado (19), a partir das 19 horas na sede do poder legislativo municipal,  a Sessão Solene de Outorga de Títulos e Honrarias. Durante o evento serão entregues dezenas de títulos aos cidadãos que de alguma forma contribuíram para o crescimento e o bem está da cidade de Poção de Pedras, na mesma sessão será feito uma moção de aplausos ao colaboradores de notícias pelos relevantes serviços prestados na área de comunicação, na cidade e toda região.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

No programa de numero 2.000, o Globo Rural visita Lago do Junco e reencontra quebradeiras de babaçu de 15 anos atrás.

Na época em que o programa visitou Lago do Junco-MA, a vida da comunidade melhorava por conta de uma cooperativa. Saiba como está Laisla, menina que a reportagem viu nascer.



O Globo já tinha documentado a rotina das quebradeiras de coco do Maranhão há 15 anos. Naquela época, o programa mostrou que, graças à organização e o trabalho em cooperativa, a vida na região do município de Lago do Junco já estava melhorando.

As quebradeiras de coco de lá estão entre as pioneiras na luta pela valorização da atividade, um trabalho que começaram há mais de 30 anos. Um dos pontos de atuação é o ensino do artesanato feito com o babaçu.

Maria Alaídes de Sousa, quebradeira de coco, na primeira visita era vereadora. Hoje saiu da política, mas continua liderando. Ananda da Silva, que aos 9 anos queria ser modelo, hoje é professora. Maria das Dores Vieira Lima tinha abandonado a escola, agora tem Ensino Médio Completo.

"A gente tá aqui e tem hora que diz: ah, a gente quase não conseguiu nada. Quando você olha uma reportagem de 15 atrás, aí você vem a perceber a mudança de vida no nosso meio. E essa mudança de vida foi para melhor", diz Maria das Dores. "Quase todas as pessoas que estão na reportagem, têm filhos na faculdade, alguns no doutorado. Então a gente só tem a ver avaliar como a gente está bem", completa.

Numa volta pela comunidade de Ludovico já se vê mudança. Casas construídas, como são chamadas por lá, tomaram o lugar das antigas moradias de taipa, cobertas pela palha da palmeira.

A casa da Maria Alaídes é um exemplo: de chão batido, não tinha banheiro. Agora tem suíte.

Algumas casas da vila ainda estão nas condições antigas. Outras já mexeram até na segunda ou terceira reforma.

Outra conquista foi a escola estadual onde trabalha a Ananda. A moça bonita que sonhava em ser modelo quando criança, agora dá aulas de história e filosofia.

"Eu gosto do trabalho que eu faço, tenho prazer de trabalhar e estou me formando para isso."

Ananda teve outras conquistas: uma casa confortável, dois filhos, um marido trabalhador que durante quatro meses do ano se dedica ao beneficiamento do algodão, em Mato Grosso. A renda do casal dá aos meninos uma vida diferente da que Ananda teve.

"Na minha época nós tínhamos que ajudar nossos pais, quebrar coco, ir para a roça. Hoje os pais só botam as crianças para trabalhar se quiserem", afirma.

Mas, uma vez quebradeira, Ananda ainda quebra coco para complementar a renda. "Vou carregar isso até o fim dos dias."

Cooperativa ainda dá frutos

O passado dá mais sabor às conquistas. A cooperativa das quebradeiras continua prosperando. Toda a produção de amêndoas vai para um mesmo local. A quebradeira escolhe: pagamento em dinheiro, ou em produtos na cantina.

A cantina é um mercado próprio da cooperativa. São 1,8 mil produtos, incluindo pequenos "luxos" como shampoo, creme para a pele, iogurte, bolacha e chocolate. Coisas que são normais para muita gente, mas que para o pessoal da região não existiam nem em sonho.

Antes, a renda só dava para comprar itens básicos, como sabão, café, querosene. O quilo da amêndoa hoje vale R$ 2,50. E já foi menos, quando as quebradeiras vendiam para um atravessador.

Os avanços atraíram mais quebradeiras. Atualmente, 36 comunidades mandam suas amêndoas para a fábrica de óleo da Coppalj, a Cooperativa de Pequenos Produtores Agroextrativistas de Lago do Junco. Nestes 15 anos, a quantidade de amêndoas processadas saltou de 90 para 500 toneladas.

O óleo lá processado vai para o mercado regional, para o Pará e São Paulo. E também para fora: Inglaterra, Itália, Estados Unidos  e recebem em euro.

O óleo sai do Brasil Bruto e é refinado nos Estados Unidos. Um custo que vai desaparecer, porque já está em construção uma unidade própria para o refino.

Parte do óleo vai para a fábrica de sabonetes mantida pelas quebradeiras. Joana Alves embalava sabonetes há 15 anos. Hoje, continua embalando. Mas sai rumo ao hospital para visitar a neta que acaba de nascer.

"Eu não vou dizer que ela não vai quebrar coco. A realidade nossa é essa", afirma a mãe da criança.

"A pessoa que trabalha empregada não é livre porque se falhar já vai ser jogada fora. Eu acho que não é uma vida livre. No coco, é", diz Joana.

De volta às raízes

Mulher da zona rural, da região dos cocais, até pouco tempo tinha destino praticamente definido: virar quebradeira de coco babaçu.

O Globo Rural registrou o nascimento de Laisa Aparecida de Sousa, 15 anos atrás. Ela é filha da quebradeira de coco Maria das Dores, a primeira depois de quatro bebês mortos no parto. Na época, Maria já desejava um outro futuro para Laisa.

E foi só pela reportagem que a garota conheceu a casa em que os pais moravam, antes de se mudarem do campo para a cidade, em Imperatriz. Na época, dormiam em rede e, às vezes não tinham o que comer.

"Eu sei que toda dor é ruim, mas a da fome é pior", diz Maria das Dores. “[A vida] melhorou e muito" , afirma José de Ribamar de Sousa, pai de Laisa.

Maria das Dores trocou o machado e o macete pela tesoura e as agulhas. O coco, pelo tecido. Virou costureira. Laisa está aprendendo o ofício com a mãe. Nunca quebrou coco, nem teve curiosidade.

"Eu acho que a história do povo de antigamente era muito triste. Era tipo trabalho escravo. Trabalhava para se sustentar."

Um trabalho quase escravo para Laisa, a liberdade de uma vida sem patrão para Joana. O certo é que a quebra do coco é muito mais do que um meio de vida para a maioria das quebradeiras.

Veja a reportagem completa no vídeo.


sábado, 12 de janeiro de 2019

IGARAPÉ GRANDE: COLÉGIO BATISTA Pr. ELI MARTINS SAMPAIO

O colégio Batista Pr. Eli Martins Sampaio, de Igarapé Grande-ma, parabeniza os alunos do 9° ano de 2018, pela conquista da aprovação, para ingressarem no (IFMA), Instituto Federal do Maranhão, no ano letivo de 2019, o colégio também parabeniza e agradece a confiança dos pais desses alunos por acreditar no mesmo.

somos gratos a Deus, pois vocês são frutos de um trabalho sério, trabalho de muita dedicação e profissionalismo.


sexta-feira, 28 de setembro de 2018

POÇÃO DE PEDRAS "NOTA DE REPÚDIO"

Confira a nota de repúdio emitida pelo SIMPROESEMMA, núcleo Poção de Pedras Ma, na pessoa da presidente CARLACI FERREIRA GONÇALVES MONTEIRO, à gestão municipal que se recusa estabelecer uma mesa de negociação com a categoria, a nota de repúdio foi lida nesta sexta feira 29/09/18, no plenário da Câmara Municipal de Poção de Pedras, pelo presidente Valney Gomes, a mesma vai ser encaminhada ao senhor prefeito municipal, Júnior Cascaria.
Os vereadores presente na Sessão, falou sobre a nota e os ficaram a favor da categoria.















































quinta-feira, 20 de setembro de 2018

COLÉGIO BATISTA Pr. ELI MARTINS SAMPAIO "FEIRA DE CONHECIMENTO"

BRASIL E SUAS RIQUEZAS: NOSSA PÁTRIA! NOSSO ORGULHO.
Esse foi o tema da Feira de Conhecimento realizada pelos os alunos da Educação Infantil ao 3° Ano e dos alunos do Ensino Fundamental do 4° ao 9° Ano, do Colégio Batista Pr. Eli Martins Sampaio de Igarapé Grande Ma.
A feira ocorreu no dia 10/09 e 17/09 de 2018, respectivamente.
Os alunos supracitados, apresentaram a toda a comunidade,  os trabalhos de pesquisa realizados ao longo do semestre, trabalho que abordava temas sobre o Brasil. Como foco inter e pluridisciplinar, e compondo um importante diálogo entre os currículos das séries, a Feira demonstra na prática o saber científico articulado às diferentes áreas do conhecimento.
A Feira proporcionou tempos e espaços de aprendizagens por meio do debate, de pesquisas e oficinas, além da troca de experiências e vivências entre os estudantes e a comunidade educativa. Segundo os educadores, a Feira do Conhecimento sistematiza todos os trabalhos de pesquisa concebidos durante o período trabalhado, permitindo olhar a trajetória de trabalho e das aprendizagens desenvolvidas pelos educandos nos núcleos de conhecimentos – Ciências Naturais e Exatas, Ciências Humanas e Linguagens.
Podemos perceber como esses conteúdos foram trabalhados ao longo do período, o quanto os estudantes foram motivados por um projeto que envolvia a nossa Pátria, os momentos de formação, as atividades individuais e coletivas e como esses alunos, orientados pelos professores, foram compondo um mosaico de conhecimento. O Colégio Batista trabalha com seriedade e compromisso com o educando, tendo um quadro de funcionários competentes e compromissados, o mesmo é regularizado e tem autorização do Mec para funcionar, dando mais segurança aos seus educandos. Uma escola que se preocupa em cuidar da educação do seu filho sem perder o foco da família tradicional e com mais projetos e grandes resultados!
Os subtemas trabalhados pelos alunos da Educação Infantil ao 3°Ano foram:
MATERNAL Eu amo cores: Verde, Amarelo do meu Brasil.
NÍVEL I; A mistura de raça: a foto de um país!
NÍVEL II; Símbolos Nacionais: valor histórico.
NÍVEL III; Vamos Brincar de Índio! Feirinha Indígena - Venda de artesanato pelo Cacique da Tribo.
1° Ano; Viajando co Cabral (investigação do tema desde a e povo da chegada dos Português ao Brasil e as contribuições de cada povo).
2° Ano; História de Igarapé Grande.
3° Ano; Brasil Império.